11 setembro, 2011


" Quase nunca te digo o que sinto por ti porque te conheço bem. Se te disser que gosto muito de ti, vais pensar que te amo para sempre. Se te confessar que tenho saudades tuas e penso em ti quase todos os dias, vais pensar que estou apaixonada.Se te contar que á noite sonho com o teu corpo e que viro a cabeça na rua sempre que passa um rapaz que usa o teu perfume, vais acreditar que és o homem da minha vida e que um dia destes te bato á porta com o coração embrulhado num presente.
É verdade que gosto muito de ti, que tenho saudades tuas, que penso em ti quase todos os dias e que á noite desejo o teu corpo na minha cama. É verdade que já pensei que te amava, já me senti apaixonada por ti e que a minha cabeça roda atrás de um perfume que me lembra o teu, mas não sei se te amo nem tenho a convicção que sejas o homem da minha vida porque não vivi o suficiente e nunca vivi contigo.
Tu és uma espécie de um sonho, uma personagem da Jane Austen, um ideal encomendado de homem; tens o corpo certo, uma pele que não é deste mundo e o olhar mais perdido que já vi, como se todo o mundo perfeito que te rodeia não chegasse para te proteger. Não tens só estilo, és bonito. Não és só inteligente, és clarividente e sabes ler-me como ninguém. Não és só querido, és a pessoa mais divertido que já conheci. Tens um "je ne sais quoi" que me dá a volta á cabeça. E por seres assim, é que tenho tanto medo de ti."

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